1 — Ver concurso.
2 — Pegar $ no banco, tirar extrato.
3 — Pagar escola da criança.
4 — Arrumar guarda-roupa.
5 — Estudar. Disciplinar a vida. Deixar a paixão de lado.
6 — Morrer de amor.
(Pode ser tudo uma palhaçada para te sacanear, mas será possível? Ele fala como eu.)
7 — Eu não sei viver sem emoção.
8 — Arranjar uma agenda.
9 — Pastas para contra-cheques, contas, etc.
(Como posso viver assim, esperando alguém que nunca vem?)
Você não existe. Parece que armaram tudo isso.
Era tudo brincadeira.
10 — Home or end.
3 — Pagar escola da criança.
4 — Arrumar guarda-roupa.
5 — Estudar. Disciplinar a vida. Deixar a paixão de lado.
6 — Morrer de amor.
(Pode ser tudo uma palhaçada para te sacanear, mas será possível? Ele fala como eu.)
7 — Eu não sei viver sem emoção.
8 — Arranjar uma agenda.
9 — Pastas para contra-cheques, contas, etc.
(Como posso viver assim, esperando alguém que nunca vem?)
Você não existe. Parece que armaram tudo isso.
Era tudo brincadeira.
10 — Home or end.
Enigmas (1997)
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Roteiro da Poesia Brasileira — Anos 90, Seleção e Prefácio de Paulo Ferraz, Direção de Edla van Steen, Editora Global, 2011, São Paulo — SP; Maria Verônica de Aragão Barros, nascida no Rio de Janeiro em 1965, poeta, contista e professora universitária, é autora do livro de poemas Enigmas (7 Letras, 1997) e do livro de contos O Milagre (Papel virtual, 2002); mestre e doutora em Letras pela UFRJ, leciona na Universidade Estadual da Zona Oeste (UEZO), Rio de Janeiro — RJ.