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[traduzido por Claudio Carina]
* Nota deste Verso e Conversa: este atrevido aprendiz de blogueiro transcreveu as palavras/itens ‘Vida’, ‘Filosofia’, ‘Política’, ‘Pós-Verdade’, ‘Escravos do salário’ e ‘Escritores’, tal como elas constam na seção Aforismos (pág. 373 e seguintes) da obra Eu sou Dinamite! — A vida de Friedrich Nietzsche, de Sue Prideaux, e respeitando a catalogação por itens constante na tradução de Claudio Carina; este aprendiz de blogueiro não consultou tal obra no original em inglês (I am Dynamite!: A life of Nietzsche) e estabeleceu a numeração contínua de 1 a 6; para a transcrição dos aforismos em alemão foi consultado o site zeno.org/Philosophie/M/Nietzsche,+Friedrich.
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Eu sou dinamite! — A vida de Friedrich Nietzsche, Sue Prideaux, Tradução de Claudio Carina, Editora Planeta do Brasil Ltda., 2019, São Paulo — SP; Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844 — 1900), nascido em Röcken, Província da Saxônia, Prússia, atual Alemanha, foi filósofo, filólogo, crítico cultural, professor, poeta e compositor; estudou na Universidade de Bonn, transferiu-se para a Universidade de Leipzig e foi professor de Filologia Clássica na Universidade de Basiléia, Suiça; escreveu e publicou O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música (Die Geburt der Tragödie aus dem Geiste der Musik, 1872), A Filosofia na Idade Trágica dos Gregos (textos que remontam a 1873, publicados postumamente), David Strauss, o Confessor e o Escritor (David Strauß. Der Bekenner und der Schriftsteller, 1873), Humano, Demasiado Humano, um Livro para Espíritos Livres (Menschliches, Allzumenschliches, primeira parte originalmente publicada em 1878 e versão final publicada em 1886), Schopenhauer como Educador (Shopenhauer als Erzieher, 1874), Richard Wagner em Bayreuth (1876), Aurora, Reflexões sobre Preconceitos Morais (Morgenröte. Gedanken über die moralischen Vorurteile, 1881), A Gaia Ciência (Die fröliche Wissenschaft, 1882), Assim Falou Zaratustra, um Livro para Todos e para Ninguém (Also sprach Zarathustra, 1883 — 1885), Além do Bem e do Mal, Prelúdio para uma Filosofia do Futuro (Jenseits von Gut und Böse, 1886), Genealogia da Moral, uma Polêmica (Zur Genealogie der Moral, 1887), O Crepúsculo dos Ídolos, ou Como Filosofar com o Martelo (Götzen Dämmerung, 1888), O Caso Wagner, um Problema para Músicos (1888), O Anticristo — Praga contra o Cristianismo (Der Antichrist, 1888), Ecce Homo, de como a gente se torna o que a gente é (Ecce Homo, 1888) e outros títulos; Nietzsche tem suas obras editadas, reeditadas e traduzidas pelo mundo afora; o pensador tem sido rotineiramente estudado nos cursos de Filosofia.
[traduzido por Claudio Carina]
- Vida*: A vantagem de uma má memória é poder desfrutar as mesmas coisas boas pela primeira vez várias vezes. (Humano, demasiado humano, “O homem a sós consigo”, seção 580.)
- Filosofia: Explicações místicas são consideradas profundas; a verdade é que elas não são nem rasas. (A Gaia Ciência, livro III, seção 126.)
- Política: Moralidade é o instinto do rebanho no indivíduo. (A Gaia Ciência, livro III, seção 116.)
- Pós-Verdade: Convicções são inimigas muito mais perigosas da verdade do que as mentiras. (Humano, demasiado humano, “O homem a sós consigo”, seção 483)
- Escravos do salário: Hoje como sempre, os homens se dividem em dois grupos: escravos e homens livres. Quem não tiver dois terços de seu dia para si mesmo é um escravo, seja ele o que for: um estadista, um homem de negócios, um funcionário ou um acadêmico. (Humano, demasiado humano, “Sinais de cultura superior e inferior”, seção 283.)
- Escritores: Sou o primeiro alemão a ter dominado o aforismo, e aforismos são uma forma de eternidade. É minha ambição dizer em dez sentenças o que todos os outros dizem em um livro inteiro — o que todos os outros não dizem em um livro inteiro. (Crepúsculo dos Ídolos, “Incursões de um extemporâneo”, seção 51.)
| Friedrich Nietzsche |
- Schlechtes Gedächtnis. — Der Vorteil des schlechten Gedächtnisses ist, daß man dieselben guten Dinge mehrere Male zum ersten Male genießt. (Menschliches, Allzumenschliches — Ein Buch für freie Geister: “Erster Band, Neuntes Hauptstück. Der Mensch mit sich allein — 580”)
- Mystische Erklärungen. — Die mystischen Erklärungen gelten für tief; die Wahrheit ist, daß sie noch nicht einmal oberflächlich sind. (Die fröhliche Wissenschaft “la gaya scienza”: Drittes Buch — 126)
- Moralität ist Herden-Instinkt im Einzelnen. (Die fröhliche Wissenschaft “la gaya scienza”: Drittes Buch — 116)
- Feinde der Wahrheit. — Überzeugungen sind gefährlichere Feinde der Wahrheit als Lügen. (Menschliches, Allzumenschliches — Ein Buch für freie Geister: “Erster Band, Neuntes Hauptstück. Der Mensch mit sich allein — 483”)
- ... Alle Menschen zerfallen, wie zu allen Zeiten so auch jetzt noch, in Sklaven und Freie; denn wer von seinem Tage nicht zwei Drittel für sich hat, ist ein Sklave, er sei übrigens wer er wolle: Staatsmann, Kaufmann, Beamter, Gelehrter. (Menschliches, Allzumenschliches — Ein Buch für freie Geister: “Erster Band, Fünftes Hauptstück, Anzeichen höherer und niederer Kultur — 283 ...”)
- Der Aphorismus, die Sentenz, in denen ich als der erste unter Deutschen Meister bin, sind die Formen der “Ewigkeit”; mein Ehrgeiz ist, in zehn Sätzen zu sagen, was jeder andre in einem Buche sagt — was jeder andre in einem Buche nicht sagt... (Götzen-Dämmerung oder Wie man mit dem Hammer philosophiert: (Streifzüge eines Unzeitgemäßen — 51)
* Nota deste Verso e Conversa: este atrevido aprendiz de blogueiro transcreveu as palavras/itens ‘Vida’, ‘Filosofia’, ‘Política’, ‘Pós-Verdade’, ‘Escravos do salário’ e ‘Escritores’, tal como elas constam na seção Aforismos (pág. 373 e seguintes) da obra Eu sou Dinamite! — A vida de Friedrich Nietzsche, de Sue Prideaux, e respeitando a catalogação por itens constante na tradução de Claudio Carina; este aprendiz de blogueiro não consultou tal obra no original em inglês (I am Dynamite!: A life of Nietzsche) e estabeleceu a numeração contínua de 1 a 6; para a transcrição dos aforismos em alemão foi consultado o site zeno.org/Philosophie/M/Nietzsche,+Friedrich.
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Eu sou dinamite! — A vida de Friedrich Nietzsche, Sue Prideaux, Tradução de Claudio Carina, Editora Planeta do Brasil Ltda., 2019, São Paulo — SP; Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844 — 1900), nascido em Röcken, Província da Saxônia, Prússia, atual Alemanha, foi filósofo, filólogo, crítico cultural, professor, poeta e compositor; estudou na Universidade de Bonn, transferiu-se para a Universidade de Leipzig e foi professor de Filologia Clássica na Universidade de Basiléia, Suiça; escreveu e publicou O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música (Die Geburt der Tragödie aus dem Geiste der Musik, 1872), A Filosofia na Idade Trágica dos Gregos (textos que remontam a 1873, publicados postumamente), David Strauss, o Confessor e o Escritor (David Strauß. Der Bekenner und der Schriftsteller, 1873), Humano, Demasiado Humano, um Livro para Espíritos Livres (Menschliches, Allzumenschliches, primeira parte originalmente publicada em 1878 e versão final publicada em 1886), Schopenhauer como Educador (Shopenhauer als Erzieher, 1874), Richard Wagner em Bayreuth (1876), Aurora, Reflexões sobre Preconceitos Morais (Morgenröte. Gedanken über die moralischen Vorurteile, 1881), A Gaia Ciência (Die fröliche Wissenschaft, 1882), Assim Falou Zaratustra, um Livro para Todos e para Ninguém (Also sprach Zarathustra, 1883 — 1885), Além do Bem e do Mal, Prelúdio para uma Filosofia do Futuro (Jenseits von Gut und Böse, 1886), Genealogia da Moral, uma Polêmica (Zur Genealogie der Moral, 1887), O Crepúsculo dos Ídolos, ou Como Filosofar com o Martelo (Götzen Dämmerung, 1888), O Caso Wagner, um Problema para Músicos (1888), O Anticristo — Praga contra o Cristianismo (Der Antichrist, 1888), Ecce Homo, de como a gente se torna o que a gente é (Ecce Homo, 1888) e outros títulos; Nietzsche tem suas obras editadas, reeditadas e traduzidas pelo mundo afora; o pensador tem sido rotineiramente estudado nos cursos de Filosofia.
