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sábado, 17 de setembro de 2022

Carlos Rennó & Chico Brown e Pedro Luís: "Hino" ao inominável

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"Hino" ao inominável: 'na íntegra, são 202 versos, mais o refrão, contra o ódio e a ignorância no poder no Brasil. Porém, apesar dele  e do que, e de quem e quantos ele representa  a mensagem final é de luz, a luz que resiste, pois, como canta o refrão: "Mas quem dirá que não é mais imaginável / erguer de novo das ruínas o país?"'

letra: Carlos Rennó
música: Chico Brown e Pedro Luís
intérpretes: André Abujamra, Arrigo Barnabé, Bruno Gagliasso, Caio Prado, Cida Moreira, Chico Brown, Chico César, Chico Chico, Dexter, Dora Morelenbaum, Héloa, Hodari, Jorge Du Peixe, José Miguel Wisnik, Leci Brandão, Lenine, Luana Carvalho, Marina Íris, Marina Lima, Monica Salmaso, Paulinho Moska, Pedro Luís, Péricles Cavalcanti, Preta Ferreira, Professor Pasquale, Ricardo Aleixo, Thaline Karajá, Vitor da Trindade, Wagner Moura, Zélia Duncan
Músicos: Ana Karina Sebastião, Cauê Silva, Fábio Pinczowski, Juba Carvalho, Léo Mendes, Thiago Silva, Webster Santos, Xuxa Levy
Vídeo: Coletivo Bijari
Edição: Guilherme Peres
Direção de fotografia: Toni Nogueira

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Ricardo Aleixo: corpo—casa

Ciclo do Bem - edição set/2019, 275
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já tenho
bem menos
coisas
com que me
preocupar
no caso
de o meu
corpocasa
algum dia
querer que
a gente
vá morar
noutro lugar

Resultado de imagem para ricardo aleixo poeta
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Revista E — Sesc São Paulo, setembro de 2019, nº 3, ano 26; Ricardo Aleixo, nascido em 1960, mineiro de Belo Horizonte, autodidata, é poeta, músico, artista visual/sonoro, artista plástico, editor, produtor cultural, performer e pesquisador de poéticas intermídia; seus textos dialogam por excelência com o concretismo e a etnopoesia; Ricardo Aleixo é editor da revista Roda — Arte e Cultura do Atlântico Negro, pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte; bibliografia: Festim (1992), A Roda do Mundo (em colaboração com Edimilson de Almeida Pereira, 1996), Quem faz o quê? (1999), Trívio (2001), a aranha Ariadne (2003), Máquina Zero (2004), Real irreal (vídeo-poema, 2008), Modelos Vivos (2010), Antiboi (2017), Pesado Demais para a Ventania (antologia poética, 2018), Diário da Encruza (a ser editado, 2019) e outros.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Ricardo Aleixo: [só ex is te mt ri lh as] *

Ciclo do Bem - edição set/2019, 275
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       só     ex     is     te

  mt     ri     lh     as

            na     fl     or     es

ta     po     rq     ue

      ne     mt     od     as

              em     en     te     vi

ra     ár     vo     re

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* Nota deste Verso e Conversa: o atrevido aprendiz de blogueiro destas páginas deu título ao poema apenas com o intuito de facilitar sua busca no blogue.
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Revista E — Sesc São Paulo, setembro de 2019, nº 3, ano 26; Ricardo Aleixo, nascido em 1960, mineiro de Belo Horizonte, autodidata, é poeta, músico, artista visual/sonoro, artista plástico, editor, produtor cultural, performer e pesquisador de poéticas intermídia; seus textos dialogam por excelência com o concretismo e a etnopoesia; Ricardo Aleixo é editor da revista Roda — Arte e Cultura do Atlântico Negro, pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte; bibliografia: Festim (1992), A Roda do Mundo (em colaboração com Edimilson de Almeida Pereira, 1996), Quem faz o quê? (1999), Trívio (2001), a aranha Ariadne (2003), Máquina Zero (2004), Real irreal (vídeo-poema, 2008), Modelos Vivos (2010), Antiboi (2017), Pesado Demais para a Ventania (antologia poética, 2018), Diário da Encruza (a ser editado, 2019) e outros.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Ricardo Aleixo: Diário da Encruza

Ciclo do Bem - edição set/2019, 275
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Eu penso negro, torto,
esquerdo. Escrevo
do mesmo jeito, e é
assim, também, que vivo.
Na encruzilhada. No meio
do redemunho. Negro.
Torto. Esquerdo. Vivo.

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Revista E — Sesc São Paulo, setembro de 2019, nº 3, ano 26; Ricardo Aleixo, nascido em 1960, mineiro de Belo Horizonte, autodidata, é poeta, músico, artista visual/sonoro, artista plástico, editor, produtor cultural, performer e pesquisador de poéticas intermídia; seus textos dialogam por excelência com o concretismo e a etnopoesia; Ricardo Aleixo é editor da revista Roda — Arte e Cultura do Atlântico Negro, pela Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte; bibliografia: Festim (1992), A Roda do Mundo (em colaboração com Edimilson de Almeida Pereira, 1996), Quem faz o quê? (1999), Trívio (2001), a aranha Ariadne (2003), Máquina Zero (2004), Real irreal (vídeo-poema, 2008), Modelos Vivos (2010), Antiboi (2017), Pesado Demais para a Ventania (antologia poética, 2018), Diário da Encruza (a ser editado, 2019) e outros.