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01 Arnaldo Antunes "confessional"
(0:00)
02 Humberto Gessinger "revista" (4:05)
03 Edvaldo Santana "Bélico" (7:50)
04 Guedes & Stefani "pacifista"
(11:46)
05
Elefunk "virtual" (16:05)
06
Wander Wildner "ensaístico" (20:20)
07
365 "desertado"(23:13)
08
Ayrton Mugnaini Jr. "Flatulento"(26:20)
09 Billy Brothers "escatologico" (29:15)
10 Devotos "Dercy Gonçalves" (31:33)
11 DJ Kraneo "inescrupuloso" (34:51)
12 Falcão & Eriberto Leão
"Precípuo" (35:20)
13 Elefunk "virtual" (39:07)
14 Alexandre Nero "manifesto
obsoleto" (43:35)
15 Laranja Mecânica "confessional"
(45:09)
16 DJ Kraneo "inescrupuloso" (48:08)
17 Madan "ao maior" (48:38)
18 Itamar Assumpção & Renata Mattar
"Amélia & Emília" (52:22)
19 Claudia Wonder & Edson Cordeiro
"virtual" (55:20)
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CD Melopéia: Sonetos Musicados (por diversos compositores e intérpretes), compact-disc, 2001, Rotten Records, São Paulo — SP); Glauco Mattoso, ou Pedro José Ferreira da Silva,
nascido em 1951, paulista e paulistano, é poeta, ensaísta, ficcionista e articulista
em diversas mídias; seu pseudônimo e nome artístico trocadilha com "glaucomatoso"
(portador de glaucoma, doença congênita que lhe acarretou perda progressiva da visão,
até a cegueira total em 1995); cursou Biblioteconomia (Escola de Sociologia e Política,
São Paulo) e Letras Vernáculas, na USP — São Paulo; tem publicado uma extensa obra
poética e outros textos: Jornal Dobrábil — de 1977 a 1981 (compilado em um único
volume pela Iluminuras, São Paulo — SP, em 2001), Revista Dedo Mingo (duas parcelas,
1982, completa o Jornal Dobrábil), Memórias de um Pueteiro: As Melhores Gozações
de Glauco Mattoso (poemas, 1982, Edições Trote, Rio de Janeiro — RJ), Línguas na
Papa (poemas, 1982, Edições Pindaíba, São Paulo — SP), Paulisséia Ilhada: Sonetos
Tópicos (1999, Ciência do Acidente, São Paulo — SP), Geléia de Rococó: Sonetos Barrocos
(1999, Ciência do Acidente, São Paulo — SP), Panacéia — Sonetos Colaterais (2000,
Nankin Editorial, São Paulo — SP), Melopéia: Sonetos Musicados (2001, compact-disc,
com diversos compositores e intérpretes, Rotten Records, São Paulo — SP), O que
é: Poesia Marginal (ensaio, 1981, Editora Brasiliense, São Paulo — SP), O que é
Tortura (ensaio, 1984, Editora Brasiliense, São Paulo — SP), O Calvário dos Carecas:
História do Trote Estudantil (ensaio, 1985, EMW Editores, São Paulo — SP) etc etc
etc, e bota etecétera nisso; colaborou em vários jornais e revistas da imprensa
alternativa e em diversos periódicos literários, e ainda colabora; Pedro José Ferreira
da Silva, hoje bancário aposentado, foi funcionário do Banco do Brasil; é sonetista
inveterado.






