Mostrando postagens com marcador 30 anos de nós mesmos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 30 anos de nós mesmos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Estilhaço: Editoriaço

____________________
ABRIL/1996  O ESTILHAÇO É UM JORNALECO DE FUNCIONÁRIOS DA AG.TESOURO BB, UMA AGÊNCIA ESTILHAÇADA. TEM PEDAÇO PRA TUDO QUANTO É LADO DE SÃO PAULO.

EDITORIAÇO

          Nossa Agência já tem dez meses de vida! E haja ânimo pra integrar o que já nasceu desintegrado!
          Não bastasse o caótico trânsito a atravancar a nossa imensa vontade de integração, ainda temos que conviver, nesta época do ano, com as enchentes que contribuem sobremaneira para um maior isolamento de algumas seções como a EMBRA, nas cercanias de Osasco, a COLUM, quase na divisa com São Caetano do Sul e a PETRO/Diproc, no caminho de Itapecerica da Serra.
          Diz um chavão que na vida a gente se acostuma até com o câncer, etc. Absolutamente! Não concordamos com isso. Ou fazemos uma enorme força pra não concordar. Até que provem o contrário, respiramos e estamos bem vivos. E precisamos nos comunicar!
          As três seções acima citadas são apenas exemplos extremados do nosso distanciamento. Nossa Agência tem 230 funcionários e é formada por duas dezenas de seções localizadas em todo o chamado centro expandido desta megalópole. Através deste veículo informativo, pretendemos juntar nossos cacos jogados nesta paulicéia esparramada.
          Temos consciência de que a tarefa é difícil e nada confortável! Ruas esburacadas, vielas, becos sem saída, sinais quebrados no vermelho, alguns atalhos, uns tantos desvios e, que ninguém nos ouça, até arriscamos uma ou outra contramão. Mas, tudo pela comunicação.
          Vale a pena tentar! Estamos nos propondo a isso!
A Redação
____________________
O Estilhaço — suplemento do devezenquandário Na Moita — abril/1996 — editores interinhos: P. Cunha e P. da Silva; jornaleco distribuído na Agência Centro do Banco do Brasil (e adjacências!), em São Paulo, na década de 90 do século e milênio passados; P. Cunha, P. da Silva, Degas, Satélio, Jorge Nagao e Genésio dos Santos, ativistas da palavra e bancários aposentados do BB, são no máximo duas só pessoas.