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sábado, 25 de fevereiro de 2023

setentão da silva: lula III

lula, governadores, ministros, etc., em brasília-df,
um dia após o vândaloterrorismo de 08.01.2023.
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lulalá
sem medo de ser feliz
lula é o cara

lula não se integra
lula não se entrega
lula preso

lula não se desintegra
lula é salvação
lula solto

lula encanta
ainda bem que temos lula
lula vai nos redimir

lula é real

lula é utopia?
lula é o cara?

sp, janeiro de 2023
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setentão da silva e alguns outros silva, além de genésio dos santos, são um só ativista da palavra.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

genésio dos santos: poemanifesto ou o desespero do poeta


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Ah, o que escrevi na mesa e no muro
Com coração de tolo e mão de tolo
Não deveria me ornar a mesa e o muro?...

Mas vocês dizem: “Mãos de tolo sujam —
E deve se limpar a mesa e o muro
Até que o último traço desapareça!”

Tolo em desespero [Narr in Verzweiflung,
Nietzschetraduzido por Paulo César de Souza]

          1.
          calem a poesia!
          ignorem-na, ela de nada serve.
          inútil poesia.

          tal qual uma gravura de magritte
          isto não é uma muleta.

          2.
          poetas de todo mundo, uni-vos! uma onda avassaladora percorre os rincões da terra.
          de que adiantaram odes, epigramas, epitalâmios e epístolas que bardos e aedos de antanho recitaram nos ajuntamentos das ágoras e das tribunas para seus ouvintes e degustadores de ocasião? acalmaram angústias pelo menos? reposicionaram desejos?
          ainda agorinha, aqui mesmo na modernidade dos anos vinte do último século do segundo milênio d.c., a já centenaríssima semana de vinte e dois a que veio? o que trouxe com seus saraus e sua exposição em teatro municipal? o que consolidou como benefício? marcava-se ali a criação prioritária de uma arte nacional, mas a mando de quem e de qual elite?
          e hoje, nesta cataléptica pós-modernidade de dois mil e vinte e dois d.c., a que se prestam páginas e páginas internéticas ora ocupadas e visitadas por versos livres ou mesmo sonetos? ou até mesmo por cordéis, repentes e outras canções, tudo devidamente monitorado e chancelado pelos zuquerbérgues nativos e/ou alienígenas... como escapar desta terrível bolharmadilha?

          3.
          “a poesia está morta, mas juro que não fui eu”, manifestou o poeta.
          não, josé paulo paes, nenhuma poesia morreu!
          é certo, contudo, que à luz de vela os versos bruxuleiam cambaleantes, vítimas que são do apagão que nos coloca em atroz escuridão.
          sem novidade no campo literário, protegido pela solidão e em penumbra forçada, o poeta se concentra com uma taça de vinho à mão. e lê, e escreve, e declama.
          quem sabe ele careça da escuridão pra declamar e louvar a réstia de luz, assim como o médico se dedica ao doente e o pastor ao seu rebanho.
          sem doente, pra quê médico? sem rebanho, pra quê pastor?
          e há doente e há rebanho e há escuridão.

          4.
          do mundo real do hoje a poesia não tem nada a dizer ou não quer dizer nada? nem falo do silêncio da pintura, da escultura, da dança, da mímica...
          no entanto, se a poesia, aquela exclusiva que se utiliza da palavra escrita ou falada, não cuidar de tais temas nem deles enviar notícias, então pra que ela serve?
          pra aliviar as dores do narcísico poeta? pra acarinhar alguém ressentido pela ausência de bens materiais?
          quem sabe, ao contrário do que possa afirmar nossa vã suposição, sirva a alguém empanturrado de tantos bens materiais... sei lá! talvez sirva a algum bajulador dos donos do dinheiro.

          5.
          qual o lado da poesia neste ambiente a nós apresentado? nesta pátria dinheiril de arenga democrática, o que a poesia pensa e diz sobre os algoritmos e outros ritmos que nos regem? isso é questão nanúscula ou questão nenhuma para o fazer e o refazer de nossos textos?
          o que palavras pensam e dizem acerca do aquecimento global, do derretimento das cada vez menores calotas polares a cada dia que passa? e sobre o uso dos combustíveis fósseis? o que elas, as palavras, nos revelam sobre o capitalismo selvagem ou vá lá!? , domesticado e bem longe de ser tão somente ocidental e muito menos acidental? já são fatos consumados e irreversíveis?
          com mais acuidade ainda, neste nanocosmo, o que a palavra doce palavra! tem a dizer sobre desgovernos? e o que já se disse sobre governos e desgovernos de ontem ou de antanho? poemas não deram jeito nisso. há poesia que a isso dê jeito?
          aliás, o que é desgoverno? e governo?

          hoje agorinha, e já encaminhado para um qualquercosmo, que ruídos sonantes e/ou dissonantes são ouvidos acerca deste novíssimo e contaminante momento de vento pandêmico que infesta esta bolhaterra? com uma conta na casa de vários milhões de mortos e sequelados, a que veio tal pandemia?
          mas e acerca de todas as mortes de todas as guerras de todos os tempos? só cabe o silêncio?
          o que a poesia declama sobre a china e a cochinchina? e sobre a américa latina?
          ah! o que dizer sobre os que vestem fardas, todas as fardas de todas as cores e para todo propósito? nada há a ser dito?

          6.
          inútil poesia
          não uive para o lado escuro da lua
          não há mais lua
          esqueça a lua

          7.
          o poeta tem algo a dizer sobre a utopia?
          descendo do pedestal para onde foi catapultado e onde ora se posiciona, o que ele nos informa acerca das muletas quaisquer muletas! , a religião, a arte, a bebedeira, o socialismo utópico?
          existe socialismo utópico? não sendo utópico, pode-se arguir sobre algum socialismo real? há magia que dê jeito a isso?

          8.
          a morte ronda perversa. e se a vida for tão somente um paliativo para em vão tentar driblá-la no que há devir, há placebo que nos alivie e nos conforme?
          não, não é preciso calar a poesia. ela já anda calada. por inútil, já não serve pra nada mesmo.

          [ou, sem pretensão alguma e tampouco movidos por intenções terceiras, a cultivemos e a deixemos funcionar, talvez!, mesmo que sem função definida...]

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Genésio dos Santos, nascido em 1952, paulista de Itapetininga, caipira e filho de ferroviário, quase ex-telegrafista da Estrada de Ferro Sorocabana, escreve desde os treze anos de idade; num dia foi bóia-fria, noutro foi ajudante de açougueiro, faturista de comércio de atacado e, ainda noutro, labutou em escritórios de contabilidade; até quase agorinha mesmo foi bancário, hoje está aposentado; poeta e cronista não tão ativo, escreveu e publicou Número Um (poesias, 1978) e Cinco Poeminhas (cartaz poético, 1981); como militante sindical, escreveu crônicas para o jornal O Espelho — SP, Folha Bancária, participou do jornal Brinque (do coletivo cultural do Seeb-SP, 1983 1985) e pilotou o devezenquandário Na Moita (1991 1997), editados sob a responsabilidade do Sindicato dos Bancários de São Paulo; é aprendiz de blogueiro.

sábado, 12 de novembro de 2022

p. da silva: sonho & burrice

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as classes média e média baixa que vivem de salário levam a vida tentando ingressar no paraíso; às vezes conseguem, mas logo dali são expulsas; retornam então ao purgatório e já não são mais aceitas; desiludidas, tentam viver isoladas sem perceber que as estão mandando é para o inferno.

[Acatar se ... é um informativo ainda experimental
que mata a cobra e mostra a cobra morta
— nº quase zero, março e abril/2001 —]
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p. da silva e alguns outros silva que subscrevem neste blogue, além de genésio dos santos, são um só zigoto, uma só pessoa e um só aprendiz de blogueiro.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Glauco Mattoso: Sonnetto do decoro parlamentar

 
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O illustre senador é um sem-vergonha!
O quê?! Vossa Excellencia é que é saphado!
E os dois parlamentares, no Senado,
disputam palavrão que descomponha.

Um grita que o collega usa maconha.
Responde este que aquelle outro é veado.
Até que alguém apparte, em alto brado
anima-se a sessão que era enfadonha.

Inútil tentativa, a da bancada,
de a tempo separar o par briguento:
aos tapas, se engalfinham por um nada.

Imagem sem pudor do Parlamento,
são ambos mais sinceros que quem brada:
Da pecha de larappio me innocento!

(Poética na política, 2004 —
poema revisto para esta antologia)

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Revolta e protesto na poesia brasileira — 142 poemas sobre o Brasil [diversas autorias], Organização e Apresentação de André Seffrin, 2021, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro — RJ; Glauco Mattoso, ou Pedro José Ferreira da Silva, nascido em 1951, paulista e paulistano, é poeta, ensaísta, ficcionista e articulista em diversas mídias; seu pseudônimo e nome artístico trocadilha com "glaucomatoso" (portador de glaucoma, doença congênita que lhe acarretou perda progressiva da visão, até a cegueira total em 1995); cursou Biblioteconomia (Escola de Sociologia e Política, São Paulo) e Letras Vernáculas, na USP São Paulo; tem publicado uma extensa obra poética e outros textos: Jornal Dobrábil de 1977 a 1981 (compilado em um único volume pela Iluminuras, São Paulo SP, em 2001), Revista Dedo Mingo (duas parcelas, 1982, completa o Jornal Dobrábil), Memórias de um Pueteiro: As Melhores Gozações de Glauco Mattoso (poemas, 1982, Edições Trote, Rio de Janeiro RJ), Línguas na Papa (poemas, 1982, Edições Pindaíba, São Paulo SP), Paulisséia Ilhada: Sonetos Tópicos (1999, Ciência do Acidente, São Paulo SP), Geléia de Rococó: Sonetos Barrocos (1999, Ciência do Acidente, São Paulo SP), Panacéia — Sonetos Colaterais (2000, Nankin Editorial, São Paulo SP), Melopéia: Sonetos Musicados (2001, compact-disc, com diversos compositores e intérpretes, Rotten Records, São Paulo SP), O que é Poesia Marginal (ensaio, 1981, Editora Brasiliense, São Paulo SP), O que é Tortura (ensaio, 1984, Editora Brasiliense, São Paulo SP), O Calvário dos Carecas: História do Trote Estudantil (ensaio, 1985, EMW Editores, São Paulo SP) etc etc etc, e bota etecetera nisso; colaborou em vários jornais e revistas da imprensa alternativa e em diversos periódicos literários, e ainda colabora; Pedro José Ferreira da Silva, hoje bancário aposentado, foi funcionário do Banco do Brasil; é sonetista inveterado.

domingo, 5 de dezembro de 2021

José Joaquim Correia de Almeida: In medio stat virtus

 
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Governou a república o soldado,
e governa a república o paisano;
o supremo poder tem funcionado
do modo mais feroz ou mais humano.

Depois de assim ter sido revezado
que será de hoje a pouco mais de um ano?
Deverá ser eleito algum togado?
Deverá ser eleito um miliciano?

Para que se não dê desgosto às partes,
pode, sem se empregar as malas artes,
salvar-se a das mais justas ambições.

É o melhor dos alvitres que se eleja
um General Civil, que então se veja
de espada e de casaca e de calções.

(Sátiras, epigramas e outras poesias [1982])

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Revolta e protesto na poesia brasileira — 142 poemas sobre o Brasil [diversos autores], Organização e Apresentação de André Seffrin, 2021, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro — RJ; José Joaquim Correia de Almeida (1820 1905), mineiro de Barbacena, ordenou-se presbítero secular (padre) no Rio de Janeiro, foi professor de latim e poeta satírico; ordenado em 1844, Correia de Almeida logo teve as ordens sacerdotais cassadas por uma vez ter revelado, em poemas, coisas de sabor cômico que uma beata lhe confidenciou no segredo do confessionário; obras: Satyras, epigrammas e outras poesias (1ª edição em 1854), A república dos tolos — dois volumes (1881 e 1887), Sonetos e sonetinhos (1884), Sonetos e sonetinhos — 2º volume (1887), Sensaborias métricas — 2 volumes (1890 e 1892), Decrepitudes metromaníacas (1894), Produções da caducidade (1896), Puerilidades de um macróbio (1898), entre outros.

quarta-feira, 17 de março de 2021

Rubens dos Santos: Gran Circus Demo

 

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               O circo está armado, a democracia burguesa. Os artistas circenses já estão se credenciando para as apresentações no picadeiro.
               Senhoras e Senhores: Vai começar o espetáculo!!!
               As eleições serão no ano que vem, 2022, mas já estão acontecendo.
               A maioria dos artistas se apresenta apenas por dinheiro e alguns para ver a platéia feliz.
               Nesse circo temos a orquestra.
               O apresentador, dono de uma belíssima retórica, conduz o espetáculo. Ele também é o maestro que escolhe as músicas que a platéia gosta e canta junto.
               Lula encanta e quando o espetáculo terminar, sendo eleito o melhor, sabe que a platéia voltará feliz para casa. O que a platéia quer é ser feliz.
               Num circo não pode faltar o palhaço. Nesse, temos o palhaço Bozo. É sem graça e suas piadas mais fazem chorar do que rir.
               É humor negro, piadas tétricas. Dizem que esse palhaço é de morte.
               Vez em quando a platéia grita: “E o palhaço o que é? É ladrão de...”
               Ciro, o contorcionista, ora contorce-se à direita, ora à esquerda. Não se sabe se ele pensa com a cabeça de baixo ou com a de cima. Normalmente troca as mãos pelos pés.
               Não se pode dizer que são pés, é uma cobertura córnea ou unha espessa na última falange dos dedos dos angulares. É formado por epitélio de queratina... vulgo casco.
               Temos o trapezista Huck. Não tem muita experiência, precisa de alguns segurando sua bunda para subir no balanço e tem uma rede para protegê-lo. Dizem que rede é bobo, mas para ele é necessária.
               Doria, o equilibrista, o número principal dele é se equilibrar em cordas. Salta de uma corda para outra para conseguir o seu objetivo, ser o protagonista principal do circo.
               Temos também uns mágicos com truques baratos, uns ilusionistas e umas aberrações da natureza que são colocadas para chocar a platéia.
               Os animais foram proibidos em circos por maus tratos, mas os domadores, uns militares, ainda mantêm a esperança de voltarem ao picadeiro. Com seus chicotes e varas elétricas, rondam o circo e o picadeiro. Alguns se apresentam nos bastidores e pressionam os donos dos circos a fazerem alguma coisa para retomarem com os animais.
               Dizem que caso não retornem por bem, retornarão por mal. Podem até colocar fogo no circo, não importando se tem platéia ou não.
               E na platéia?
               Temos os camarotes. Estão neles os mais abastados, que “pagam e recebem” pelo privilégio de verem o espetáculo todo, usufruindo do bom e do melhor, com garçons, bebidas, petiscos e até... mulheres.
               Nas cadeiras numeradas frente ao palco estão os que gostariam de subir para os camarotes, mas se contentam em contracenar eventualmente com os artistas.
               Logo atrás estão os das cadeiras que sonham um dia sentarem nas numeradas e perigam um dia caírem na geral.
               Me preocupa os da geral. São famílias, pais, mães e filhos, sentados nas tábuas em volta do picadeiro. Vêem o espetáculo de longe ou no telão. Volta e meia algum despenca, quando não acontece algum acidente grave com quebras das tábuas, envolvendo várias pessoas.
               Eu sempre amei circos. Quando não tinha dinheiro para o ingresso, eu dava um jeito e entrava escondido por baixo da lona, correndo o risco dos seguranças me pegarem, darem uns tabefes na minha cabeça e me jogarem para fora.
               Votarei no Lula, o maestro, mas esse Gran Circus Demo não me faz feliz.
               O que eu gostaria, na realidade, é que os da geral dirigissem e fizessem o espetáculo.

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Rubens dos Santos, nascido em 1956, paulista de Mirandópolis, é escritor, cronista, poeta, compositor e letrista; foi bancário e participou da diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, tendo sido eleito em 1979 quando da retomada do sindicato pela Oposição Bancária; à época, devido atividades grevistas na categoria e com liderança do sindicato, houve intervenção governamental no Seeb-SP, com todos os dirigentes sindicais bancários (Rubens dos Santos incluso) tendo seus mandatos cassados pela ditadura militar que assombrava o país desde 1964 e que durou até 1985; atualmente morando em Mayen, Rubens vive na Alemanha desde a década de 80 do século passado.

domingo, 27 de setembro de 2020

Brinque nº 1 — s/data [abril? de 1983] — Depto. Cultural do SeebSP

  
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Brinque Nº 1 — sem data [abril? de 1983] — Publicação do Depto. Cultural do Sindicato dos Bancários de São Paulo; tal devezenquandário, desenvolvido pelo coletivo do Cultural do Seeb-SP deve ter tido mais de uma vintena de edições, ou quase...; é o que deduz este aprendiz de blogueiro, pois há em seus arquivos, além de outros diversos números, o Brinque nº 18, de outubro de 1985; o jornaleco Brinque era distribuído nos eventos culturais do SeebSP, no 'sexta seis e meia' e nas atividades de rua que aconteciam nos arredores do sindicato (ruas Quinze de Novembro, Três de Dezembro etc.), particularmente no horário do almoço, mas também no final do expediente bancário; lembremos, ou relembremos, que no chamado centro velho de sampa e em apenas dois ou três quarteirões trabalhavam naquela época, folgadamente, mais de 20 mil bancários em dezenas de agências, departamentos e centros administrativos; este blogueiro entende que o sindicato tenha tudo isso em seus arquivos (Cedoc), quiçá digitalizados.

sábado, 19 de setembro de 2020

Brinque nº 2 — [maio] 1983 — edição especial em preto e branco

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Brinque Nº 2  [Maio] 1983 — Publicação do Depto. Cultural do Sindicato dos Bancários de São Paulo; tal devezenquandário, desenvolvido pelo coletivo do Cultural do Seeb-SP deve ter tido mais de uma vintena de edições, ou quase...; é o que deduz este aprendiz de blogueiro, pois há em seus arquivos, além de outros diversos números, o Brinque nº 18, de outubro de 1985; este blogueiro entende que o sindicato tenha tudo isso em seus arquivos (Cedoc), quiçá digitalizados.

Jornal Brinque: Nº 0 — de 11 a 14 de abril de 1983 (ainda sem nome, pedindo/aguardando sugestões...)

  
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Brinque Número Zero — de 11 a 14/4/83 — Publicação do Depto. Cultural do Sindicato dos Bancários de São Paulo; tal devezenquandário, desenvolvido pelo coletivo do Cultural do Seeb-SP deve ter tido mais de uma vintena de edições, ou quase...; é o que deduz este aprendiz de blogueiro, pois há em seus arquivos, além de outros diversos números, o Brinque nº 18, de outubro de 1985, os quais brevemente também serão divulgados para o re-conhecimento de quem cultiva a memória e/ou aos/às saudosistas da geração sindical bancária dos anos setenta/oitenta, em sampa; este blogueiro entende que o sindicato tenha tudo isso em seus arquivos (Cedoc), quiçá digitalizados.