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domingo, 8 de abril de 2018

Genésio dos Santos: o que fazer agora?

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sem medo
o homem
constrói
a teia
que destrói
o homem
que constrói
a teia
que envolve
o homem
que destrói
a teia
que destrói
o homem
que se amedronta.

Cinco Poeminhas (junho/1981)

Minha foto
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Genésio dos Santos, nascido em 1952, paulista de Itapetininga, caipira e filho de ferroviário, bancário aposentado, é poeta e cronista; escreveu Número Um — poesias (1978) Cinco Poeminhas  (cartaz poético, 1981), além de crônicas e outros textos para jornais sindicais (Na Moita, O Espelho — SP e Folha Bancária) sob a responsabilidade do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Luiz Carlos Jardim: "Poema-orelha"

sorri
o bisturi
sanhudo
arranca tudo
tudo o que pensa
menos a doença
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Luiz Carlos Jardim, bancário aposentado, pescador e também poeta de quadrinhas cometeu esta criatividade no final da década de setenta do século e milênio passados, enquanto aguardava uma cirurgia a que seria submetido; o título 'Poema-orelha' foi acrescentado ao texto por este atrevido aprendiz de blogueiro e também poeta, quando da edição do seu cartaz-poético, Cinco Poeminhas (1981); o poemeto de Luiz Carlos Jardim ajudou a compor a edição, como uma espécie de 'orelha' do cartaz.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Genésio dos Santos: Poema monossilábico II

dim
dem
dom


sim
sem
som

mas
tem
tom


Minha foto
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Cinco Poeminhas, cartaz poético, Edição do Autor, junho de 1981, São Paulo — SP; Genésio dos Santos, nascido em 1952, paulista de Itapetininga, caipira e filho de ferroviário, quase ex-telegrafista da Estrada de Ferro Sorocabana, escreve desde os treze anos de idade; num dia foi bóia-fria, noutro foi ajudante de açougueiro, faturista de comércio de atacado e, ainda noutro, labutou em escritórios de contabilidade; até agorinha mesmo foi bancário, hoje aposentado; poeta e cronista não tão ativo, escreveu e publicou Número Um (poesias, 1978) e Cinco Poeminhas (cartaz poético, 1981); como militante sindical, escreveu crônicas para os jornais O Espelho SP, Folha Bancária e pilotou o devezenquandário Na Moita (1991 1997), editados sob a responsabilidade do Sindicato dos Bancários de São Paulo; é aprendiz de blogueiro.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Genésio dos Santos: Poema de "A" a "Z"

Livro: Número Um De Genésio Dos Santos
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que estranho fogo é esse
que brota em minhas veias
queima em minha carne
e me faz viver
morto?

e que estranha lama
que me estanca o sangue
cala a minha voz
e me faz morrer
vivo?

e eu
que não sou de granito
morrerei vivo
ou viverei
morto?

Número Um (1978); Cinco Poeminhas (junho/1981)

Minha foto
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Genésio dos Santos, nascido em 1952, paulista de Itapetininga, é poeta e cronista; escreveu Número Um — poesias (1978) e Cinco Poeminhas (cartaz poético, 1981); além de poesias, também escreveu crônicas e outros textos para jornais sindicais (Na Moita, O Espelho — SP, Folha Bancária), sob a responsabilidade do Sindicato dos Bancários de São Paulo; é aprendiz de blogueiro.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Genésio dos Santos: Teia-de-aranha

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sem medo
o homem
constrói
a teia
que destrói
o homem
que constrói
a teia
que envolve
o homem
que destrói
a teia
que destrói
o homem
que se amedronta
Cinco Poeminhas (junho/1981)

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Genésio dos Santos, nascido em 1952, paulista de Itapetininga, é poeta e cronista; escreveu Número Um  poesias (1978) e Cinco Poeminhas (cartaz poético, 1981), além de crônicas e outros textos para jornais sindicais (Na Moita, O EspelhoSP e Folha Bancária) sob a responsabilidade do Sindicato dos Bancários de São Paulo.