CHE scuitá strella, né meia strella!
Você stá maluco! e io ti diró intanto,
Chi p'ra iscuitalas montas veiz livanto,
I vô dá una spiada na gianella.
I passo as notte acunversáno c'oella,
Inguanto che as otra lá d'un canto
St'o mi spiano. I o sol como un briglianto
Naçe. Oglio p'ru çeu: – Cadê strella!?
Direis intó: – O' migno inlustre amigo!
O chi é chi as strellas ti dizia
Quano illas viéro acunversá contigo?
E io ti diró: – Studi p'ra intendela,
Pois só chi giá studô Astrolomia,
É capaiz de intendê istas strella.
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La Divina Increnca, publicado em 1915 – Livro di Prupaganda da Literatura Nazionale. Juó Bananére, pseudônimo de Alexandre Marcondes Machado (1892 – 1933). Candidato á Gademia Baolista de Letras – Arma Virunque Cano! Ferri – E di sai du governimo acarregado nus braço du povo! Hermeze – A bandiera du P. R. C. á di sê pindurada na porta du Palazzo né chi sejia tutto furada di bala i lameada di sangue! Capitó – Edição fac-similar, 2001 (Reprodução integral da primeira edição de 1915, acrescida de textos introdutórios de Otto Maria Carpeaux e Antônio de Alcântara Machado) – reimpressão, 2007 – Editora 34, São Paulo – SP.
