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Poemas — Carlos
Drummond de Andrade (1902 — 1987), mineiro de
Itabira, poeta, contista e cronista, viveu intensamente o seu tempo e nos
ofereceu como legado incontáveis obras em verso e prosa, publicadas em livros,
jornais e revistas, pelo país afora e no resto do mundo; sua obra: Alguma
Poesia (1930); Brejo das Almas (1934); Sentimento do Mundo
(1940); José (1942); Confissões de Minas, crônicas e
artigos (1944); A Rosa do Povo (1945); Novos Poemas; Claro
Enigma (1951); Contos de Aprendiz (1951); Viola de Bolso (1952); Passeios na Ilha, crônicas e artigos (1952); Fazendeiro
do Ar (1954); Fala, Amendoeira, crônicas (1957); A Bolsa & A
Vida, crônicas (1962); A Vida Passada a Limpo; Lição de
Coisas (1962); Cadeira de Balanço, crônicas (1966); Versiprosa
(1967); Boitempo (1968); A Falta que Ama (1968); Caminhos de João Brandão, crônicas (1970); O Poder Ultrajovem, crônicas (1972); As
Impurezas do Branco (1973); Menino Antigo — Boitempo II
(1973); De Notícias & Não Notícias faz-se a Crônica (1974); Discurso de Primavera, e algumas sombras (1977); Contos Plausíveis (1981); Boca de Luar, crônicas (1984); Amar Se
Aprende Amando (1985); O Avesso das Coisas,
aforismos (1988); Farewell (1996) e tantos outros
títulos...
