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quinta-feira, 21 de abril de 2022

Maria Eugênia Celso: Meu céu

 
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És para alguns a fúlgida certeza
de outra vida vivida em perfeição,
uma esperança de compensação
ao velho mal de toda a natureza.

Felicidade, sem a atroz surpresa
do amanhã destruidor, eterna união,
recompensa, esplendor, paz e perdão,
luz sem ocaso em formosura acesa...

Meu céu, no entanto, a pátria imorredoura
do sonho de ventura em que me assombro
e meu quinhão de glórias entesoura,

céu que um reflexo de saudades doura,
seria se, de novo, no meu ombro,
pousasses, filho, a cabecinha loura.

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O Mundo Maravilhoso do Soneto, de Vasco de Castro Lima [inúmeros sonetistas e tradutores], Prefácio de Rangel Coelho, 1987, Livraria Freitas Bastos S/A, Rio de Janeiro — RJ; Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 1963), mineira de São João Del Rey, filha do Conde e Condessa Afonso Celso e neta do Visconde de Ouro Preto presidente do Gabinete Imperial por ocasião da deposição do Imperador Dom Pedro II , foi jornalista, escritora, poeta, teatróloga e sufragista; ainda criança, com a deposição da Família Imperial, mudou-se para Petrópolis RJ, e ali estudou no Colégio Sion, onde aprendeu o idioma francês, o qual dominava tão bem quanto à nossa língua; colaborou com os jornais da época, entre os quais o Correio da Manhã, O Jornal, Diário Carioca, Jornal do Comércio e Jornal do Brasil; participante ativa do Movimento Feminista, em favor da emancipação política e social da mulher, dedicou-se a trabalhos de assistência junto às Damas da Cruz Verde, tornou-se uma das lideranças a criarem a maternidade Pro Mater do Rio de Janeiro e batalhou pelo direito das mulheres ao voto; obras: Em Pleno Sonho (poesia, 1920), Vicentinho (prosa, 1925), Fantasias e Matutadas (poesia, 1925), Desdobramento (contos, 1926), Alma Vária (poesia), Jeunesse (poesia), O Solar Perdido (poesia, 1945), O Diário de Ana Lúcia, De Relance (crônicas), Ruflo de Asas (teatro em verso), Síntese Biográfica da Princesa Isabel (biografia); uma de suas facetas na literatura foi o humorismo matuto; em 1955, teve suas Poesias Completas (sem conter os versos em francês) editadas por José Olímpio; representou o Brasil em Conferência da Unesco, em Paris, e em outras missões culturais.

domingo, 17 de novembro de 2019

Maria Eugênia Celso: Bolinhas de gude

Resultado de imagem para Poesia Brasileira para a Infância Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito
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Brancas, verdes, rajadinhas,
                       Amarelas,
             As bolinhas
             Vão rolando,
             Vão dançando
             Seja liso ou seja rude
             O chão onde vão rolando
             Lá vão elas, lá vão elas…
                       As bolinhas de gude.

Brincam os meninos com elas,
                       Estão jogando
             No jardim ou nas calçadas,
             As bolinhas vão correndo
             Azuis, pardas, amarelas,
                       Rajadinhas,

E tão vivas, tão ligeiras, tão alegres e estouvadas
             Que até fica parecendo
                       Que são elas
                                   As bolinhas
Que com eles estão brincando.

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Poesia Brasileira para a Infância (diversos autores), Seleção, Organização e Texto/Apresentação de Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, Coleção Henriqueta 1, 3ª edição revista, 1968, Edição Saraiva, São Paulo — SP; Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 1963), mineira de São João Del Rey, filha do Conde e Condessa Afonso Celso e neta do Visconde de Ouro Preto presidente do Gabinete Imperial por ocasião da deposição do Imperador Dom Pedro II , foi jornalista, escritora, poeta, teatróloga e sufragista; ainda criança, com a deposição da Família Imperial, mudou-se para Petrópolis RJ, e ali estudou no Colégio Sion, onde aprendeu o idioma francês, o qual dominava tão bem quanto à nossa língua; colaborou com os jornais da época, entre os quais o Correio da Manhã, O Jornal, Diário Carioca, Jornal do Comércio e Jornal do Brasil; participante ativa do Movimento Feminista, em favor da emancipação política e social da mulher, dedicou-se a trabalhos de assistência junto às Damas da Cruz Verde, tornou-se uma das lideranças a criarem a maternidade Pro Mater do Rio de Janeiro e batalhou pelo direito das mulheres ao voto; bibliografia: Em Pleno Sonho (poesia, 1920), Vicentinho (prosa, 1925), Fantasias e Matutadas (poesia, 1925), Desdobramento (contos, 1926), Alma Vária (poesia), Jeunesse (poesia), O Solar Perdido (poesia, 1945), O Diário de Ana Lúcia, De Relance (crônicas), Ruflo de Asas (teatro em verso), Síntese Biográfica da Princesa Isabel (biografia); uma de suas facetas na literatura foi o humorismo matuto; em 1955, teve suas Poesias Completas (sem conter os versos em francês) editadas por José Olímpio; representou o Brasil em Conferência da Unesco, em Paris, e em outras missões culturais.

sábado, 14 de maio de 2016

Maria Eugênia Celso: A figura velada

Bandeira, Manoel. (org) - Obras-primas Da Lírica Brasileira - R ...
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Surgiu-me um dia, estranha e dura,
Sem traços, sem contornos, sem semblante,
Mal debuxada a hierática figura
Nesse bloco de mármore alvacento.
Tão hirta e tão sozinha
Dentro do véu de pedra que a retinha,
Que era, em verdade, sob o céu cinzento
Como o espectro da tarde agonizante.

Forma sem formas, vulto pressentido
De alguém que não se sabe ao certo quem será,
Oh! figura velada,
Do mistério emanada,
De mãos juntas, procuro-te o sentido,
Interrogo-te o enigma apavorante
E, diante
Da sombra que projeta a tua sombra,
Mal grado meu, minh’alma, que se assombra
De dúvida e de medo,
Tento em vão descobrir o que haverá
No silêncio do teu segredo?...

Oh! figura velada, vi-te um dia
Surgir tranqüila e misteriosa assim.
E, desde, então, angustiadamente,
Eu tenho a sensação indefinida
Que não era a primeira vez em que via...
E assim muda, assim triste, assim indiferente,
Há muito eu te trazia
Indecifrável como a própria vida,
Oculta dentro em mim...

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Obras Primas da Lírica Brasileira — Volume XII, Seleção de Manuel Bandeira e Notas de Edgard Cavalheiro, 1943, Livraria Martins Editora, São Paulo — SP; Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 1963), mineira de São João Del Rey, filha do Conde e Condessa Afonso Celso e neta do Visconde de Ouro Preto —  presidente do Gabinete Imperial por ocasião da deposição do Imperador Dom Pedro II , foi jornalista, escritora, poeta, teatróloga e sufragista; ainda criança, com a deposição da Família Imperial, mudou-se para Petrópolis RJ e ali estudou no Colégio Sion, onde aprendeu o idioma francês, o qual dominava tão bem quanto à nossa língua; colaborou com os jornais da época, entre os quais o Correio da Manhã, O Jornal, Diário Carioca, Jornal do Comércio e Jornal do Brasil; participante ativa do Movimento Feminista, em favor da emancipação política e social da mulher, dedicou-se a trabalhos de assistência junto às Damas da Cruz Verde, tornou-se uma das lideranças a criarem a maternidade Pro Mater do Rio de Janeiro e batalhou pelo direito das mulheres ao voto; escreveu Em Pleno Sonho (poesia, 1920), Vicentinho (prosa, 1925), Fantasias e Matutadas (poesia, 1925), Desdobramento (contos, 1926), Alma Vária (poesia), Jeunesse (poesia), O Solar Perdido (poesia, 1945), O Diário de Ana Lúcia, De Relance (crônicas), Ruflo de Asas (teatro em verso), Síntese Biográfica da Princesa Isabel (biografia); uma de suas facetas na literatura foi o humorismo matuto; em 1955, teve suas Poesias Completas (sem conter os versos em francês) editadas por José Olímpio; representou o Brasil em Conferência da Unesco, em Paris, e em outras missões culturais.

sábado, 12 de março de 2016

Maria Eugênia Celso: Instantâneo

Bandeira, Manoel. (org) - Obras-primas Da Lírica Brasileira - R ...
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Foi tão bonito e foi tão breve:
Num galho fino de salgueiro
Pousou de leve, leve, leve,
Um passarinho aventureiro...

E, como o alado pegureiro,
Fez palpitar o galho leve,
Um sonho em mim pousou ligeiro,
Fez-me fremir o ser inteiro...
... Foi tão bonito e foi tão breve!

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Obras Primas da Lírica Brasileira — Volume XII, Seleção de Manuel Bandeira e Notas de Edgard Cavalheiro, 1943, Livraria Martins Editora, São Paulo — SP; Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 1963), mineira de São João Del Rey, filha do Conde e Condessa Afonso Celso e neta do Visconde de Ouro Preto presidente do Gabinete Imperial por ocasião da deposição do Imperador Dom Pedro II , foi jornalista, escritora, poeta, teatróloga e sufragista; ainda criança, com a deposição da Família Imperial, mudou-se para Petrópolis RJ, e ali estudou no Colégio Sion, onde aprendeu o idioma francês, o qual dominava tão bem quanto à nossa língua; colaborou com os jornais da época, entre os quais o Correio da Manhã, O Jornal, Diário Carioca, Jornal do Comércio e Jornal do Brasil; participante ativa do Movimento Feminista, em favor da emancipação política e social da mulher, dedicou-se a trabalhos de assistência junto às Damas da Cruz Verde, tornou-se uma das lideranças a criarem a maternidade Pro Mater do Rio de Janeiro e batalhou pelo direito das mulheres ao voto; escreveu Em Pleno Sonho (poesia, 1920), Vicentinho (prosa, 1925), Fantasias e Matutadas (poesia, 1925), Desdobramento (contos, 1926), Alma Vária (poesia), Jeunesse (poesia), O Solar Perdido (poesia, 1945), O Diário de Ana Lúcia, De Relance (crônicas), Ruflo de Asas (teatro em verso), Síntese Biográfica da Princesa Isabel (biografia); uma de suas facetas na literatura foi o humorismo matuto; em 1955, teve suas Poesias Completas (sem conter os versos em francês) editadas por José Olímpio; representou o Brasil em Conferência da Unesco, em Paris, e em outras missões culturais.

domingo, 16 de agosto de 2015

Maria Eugênia Celso: Canção de quem é só

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Por encontrar na alegria,
Como em tudo, o mesmo pó,
Foi que se fez mais vazia
Minh'alma comigo só.

E tão completa e fechada
Quis a minha solidão
Que, de mim mesmo isolada,
Não te ouço mais, coração!

Do meu ermo na friagem,
Nada mais sou que o pintor
Da desolada paisagem
Desse mundo interior.

E é tanta a tristeza, é tanto
Em mim o silêncio atroz
Que eu canto para, em meu canto,
Dar-me a ilusão de outra voz.

(Alma Vária  1937, pág. 33)

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Panorama da Poesia Brasileira, Volume V — Pré-Modernismo, por Fernando Góes, 1960, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro — RJ; Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 1963), mineira de São João Del Rey, filha do Conde e Condessa Afonso Celso e neta do Visconde de Ouro Preto presidente do Gabinete Imperial por ocasião da deposição do Imperador Dom Pedro II , foi jornalista, escritora, poeta, teatróloga e sufragista; ainda criança, com a deposição da Família Imperial, mudou-se para Petrópolis RJ, e ali estudou no Colégio Sion, onde aprendeu o idioma francês, o qual dominava tão bem quanto à nossa língua; colaborou com os jornais da época, entre os quais o Correio da Manhã, O Jornal, Diário Carioca, Jornal do Comércio, Jornal do Brasil, Revista da Semana e Fon-Fon; participante ativa do Movimento Feminista, em favor da emancipação política e social da mulher, dedicou-se a trabalhos de assistência junto às Damas da Cruz Verde, tornou-se uma das lideranças a criarem a maternidade Pro Mater do Rio de Janeiro e batalhou pelo direito das mulheres ao voto; escreveu Em Pleno Sonho (poesia, 1920), Vicentinho (prosa, 1925), Fantasias e Matutadas (poesia, 1925), Desdobramento (contos, 1926), Alma Vária (poesia, 1937), Jeunesse (poemas em francês, 1938), O Solar Perdido (poesia, 1945), O Diário de Ana Lúcia, De Relance (crônicas), Ruflo de Asas (teatro em verso), Síntese Biográfica da Princesa Isabel (biografia); uma de suas facetas na literatura foi o humorismo matuto; em 1955, teve suas Poesias Completas (sem conter os versos em francês) editadas por José Olímpio; representou o Brasil em Conferência da Unesco, em Paris, e em outras missões culturais.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Maria Eugênia Celso: Meu home

Antologia De Humorismo E Sátira - Raymundo Magalhães Júnior ...
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Nesse mundo toda gente
Vancês há de certamente
De cumigo aconcordá,
Só fala memo dereito
Daquilo que no seu peito
Lhe dá gosto ou lhe consome,
Pois eu falo do meu home
Do que havéra de falá?...

Pras muié, besta ou sabida,
E é o home que faz a vida
Seja uma praga ou um vidão,
Home ruim, que o parta o raio!
O meu, se me dá trabaio,
Também dá satisfação!

Meu home tem óio garço,
Num pode nunca sê farso
Uns óio bunito assim!
Quando entonces qué um agrado
E bota o oiá bem quebrado
Sinto logo arrevirado
Tudo aqui dentro de mim...

O meu home usa bigode
As moda diz que não pode,
Mas dexa as moda falá!...
Bigode dá fidarguia
E minha vó me dizia
Que beijo sem tê bigode
É feito sopa sem sá.

Meu home ronca drumindo
Que inté parece um truvão.
Tem gente que isso arrelia,
Eu chego achá ronco lindo!
E é mió roncá drumindo
Do que vivê todo dia
A lhe aturá roncação.

Meu home fala bunito
Prosá feito ele, ninguém!
Eu sei que as veis tá mintindo,
Mas ele minte tão bem
Que eu, sem querê, vô ingulindo
E afiná sempre aquerdito
Que rezão ele é que tem.

Os outro diz que ele é brabo,
Um mandão, que nem o diabo
Nunca medo lhe meteu!
Eu cá sei cumo é que eu ando,
Marombando, marombando,
Ele pensa que tá mandando,
Prú fim, quem manda sou eu.

Pra eu assim lhe querê tanto
Num me pois ele quebranto
Nem feitiço me botô,
Bastô só que ele queresse
Prá que dele logo sesse
Inteirinho o meu amô!

Mas se um dia adescubrisse
Que ele andava a me cinzá,
Se outra muié persentisse
Im redó dele a tentá,
Era capaz, — já lhe disse 
Era capaz de matá!
Mas o diacho tem tal ronha
E eu co'ele sô tão pamonha,
Meu Deus do céu, que vregonha,
Era capaz de perdoá!...

Nossa Senhora da Penha,
Nossa Senhora do Ó,
De meu amô pena tenha
E de seu Fio no nome
De mim também tenha dó!
Pras outra tem tantos home
Me guarda o meu pra mim só!

Blog do Castorp: Maria Eugênia Celso - Conformidade
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Antologia de Humorismo e Sátira (de Gregório de Matos a Vão Gôgo) por R.Magalhães Júnior, 1957, Editora Civilização Brasileira S.A., Rio de Janeiro RJ; Maria Eugênia Celso Carneiro de Mendonça (1886 1963), que também utilizou o pseudônimo Baby-flirt, mineira de São João Del Rey, filha do Conde e Condessa Afonso Celso e neta do Visconde de Ouro Preto presidente do Gabinete Imperial por ocasião da deposição do Imperador Dom Pedro II , foi jornalista, escritora, poeta, teatróloga e sufragista; ainda criança, com a deposição da Família Imperial, mudou-se para Petrópolis RJ, e ali estudou no Colégio Sion, onde aprendeu o idioma francês, o qual dominava tão bem quanto à nossa língua; colaborou com os jornais da época, entre os quais o Correio da Manhã, O Jornal, Diário Carioca, Jornal do Comércio e Jornal do Brasil; participante ativa do Movimento Feminista, em favor da emancipação política e social da mulher, dedicou-se a trabalhos de assistência junto às Damas da Cruz Verde, tornou-se uma das lideranças a criarem a maternidade Pro Mater do Rio de Janeiro e batalhou pelo direito das mulheres ao voto; escreveu Em Pleno Sonho (poesia, 1920), Vicentinho (prosa, 1925), Fantasias e Matutadas (poesia, 1925), Desdobramento (contos, 1926), Alma Vária (poesia), Jeunesse (poesia), O Solar Perdido (poesia, 1945), O Diário de Ana Lúcia, De Relance (crônicas), Ruflo de Asas (teatro em verso), Síntese Biográfica da Princesa Isabel (biografia); uma de suas facetas na literatura foi o humorismo matuto; em 1955, teve suas Poesias Completas (sem conter os versos em francês) editadas por José Olímpio; representou o Brasil em Conferência da Unesco, em Paris, e em outras missões culturais.